Quem contempla a cultura indiana não pode perder esse espetáculo, que esse ano, já passou por algumas cidades brasileiras, estará em São Paulo na próxima quinta-feira (dia 20/10) e seguirá sua turnê em mais alguns lugares.
"O moderno espetáculo é dirigido pelo carismático monge Indradyumna Swami. Depois de explorar os mistérios da Índia e ser tocado por sua beleza e profundidade filosófica, ele dedica seu tempo a apresentar seus valores ao redor do mundo. Nos últimos 30 anos ele organizou mais de mil festivais combinando entretenimento e sabedoria milenar para milhões de pessoas.
A trupe do Magic India é formada por mais de vinte e cinco artistas de dezpaíses diferentes, como Rússia, Polônia, Ucrânia, Austrália, Estônia, Estados Unidos, Índia, Brasil, entre outros."
Aulas abertas, apresentando o Kuchipudi que é marcado pelo virtuosismo, pelas poses esculturais, pelos giros, pulos e agilidade de suas composições. O item de resistência do Kuchipudi é o Taragam, executado sobre um prato de cobre e com um pote de água na cabeça. Este item tem um significado espiritual para os praticantes: “Assim como o dançarino move-se no palco indiferente às dificuldades, do mesmo modo nós devemos nos mover em nossas vidas indiferentes aos problemas e preocupações”. As aulas serão dividadas em três partes: apresentação do estilo, suas características específicas e relações com a mitologia e a filosofia hindu; aprendizado de alguns dos movimentos que compõem o estilo, incluindo os gestos de mão (hastas) e as expressões faciais (abhinayas); sequência coreográfica: realização de uma pequena coreografia a partir dos exercícios praticados no dia. Ginásio Mosaico.
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz Tenho que encontrar a paz Tenho que folgar os nós Dos sapatos, da gravata Dos desejos, dos receios Tenho que esquecer a data Tenho que perder a conta Tenho que ter mãos vazias Ter a alma e o corpo nus Se eu quiser falar com Deus Tenho que aceitar a dor Tenho que comer o pão Que o diabo amassou Tenho que virar um cão Tenho que lamber o chão Dos palácios, dos castelos Suntuosos do meu sonho Tenho que me ver tristonho Tenho que me achar medonho E apesar de um mal tamanho Alegrar meu coração Se eu quiser falar com Deus Tenho que me aventurar Tenho que subir aos céus Sem cordas pra segurar Tenho que dizer adeus Dar as costas, caminharDecidido, pela estrada Que ao findar vai dar em nada Nada, nada, nada, nada Nada, nada, nada, nada Nada, nada, nada, nada Do que eu pensava encontrar
Rio de Janeiro no inverno
A brisa é fria mas o frio é eterno
Eu sigo a orla ao longo da Barra
A tarde avança mas ainda é clara
Não me é estranha essa sensação de caminhar a esmo
Seguir sem direção, só, comigo mesmo
Sem me importar em ir ou voltar
Sem ter que chegar a algum lugar
Andar, andar, até cansar
Não interessa o que aconteça
Eu não tenho pressa
Embora não pareça a vida não cessa
Eu sei, depois dessa ela prossegue ou só recomeça
Eu sinto o Sol
Eu sinto o seu calor ameno
Eu sigo só
Só, eu sigo, comigo mesmo
Eu sei que você pensa em mim e lembra de mim
Mas eu não sou assim como você vê
Como você pensa que eu possa ser
Você vê o meu corpo e pensa que sou eu
Ele não é eu ele não é meu
É só uma dádiva dada emprestada
Deus foi quem me deu por breve temporada
É só uma roupagem, densa embalagem
Que não me pertence
Aliás, nada me pertence nesse mundo
Tudo é transitório, tudo é ilusório
Ainda que se pense que o que se vê é pura realidade
Na verdade, o que se está a ver
Não é mais que um lapso
Distorcido da eternidade
O Sol se esvai
A noite cai tão sutilmente
Conforme o Sol se vai Eu sinto a terragirar quase que imperceptivelmente
Assim a gente vai
Seguindo rumos tão diferentes
Caminhos desiguais
Mais e mais distantes, continuamente
Mais e mais distantes, definitivamente
A cidade é um corpo disforme
Que se espalha enorme sobre a crosta terrena
Uma intrigante cena ela desperta e dorme
E deixa alguns espasmos
Ou então se consome em todo o seu marasmo
Um mundo formigante, milhões de habitantes
Todos tão imersos em seus universos
Presos aos grilhões do não saber
Das limitações de todo ser vivente dessa dimensão
Almas presas aos corpos
Sob espesso véu de ilusão
Até que estes estejam mortos
Deixarão então essa condição
E verão que corpo é só casual
Composição genética, constituição carnal
Eu poderia nascer indiano, sino africano, viver muitos anos
Pra depois morrer e voltar a nascer
Como alemão ou americano
Porque então tanta animosidade
Se alma não tem nacionalidade
Alma não tem cor, alma não tem sexo
Esse papo de alma gêmea não tem nexo
Eu vejo o céu,
Atrás do véu de ilusão
Um doce lar,
Além do mar da imensidão.
Como ele mesmo diz, a música é um reflexo do amor, e assim como o amor, ela atinge o ápice do seu potencial, quando compartilhada incondicionalmente. Kevin James é um ser de luz que tocou profundamente a minha alma e coração com suas lindas canções. Ele canta mantras e músicas que se comunicam diretamente com a parte mais pura que existe dentro de cada ser. Vale a pena conferir!
Esse vídeo tem imagens lindas, que transmitem muita paz. Fala do amanhecer de um novo mundo. De uma nova maneira de ser e ver.
Esse possui apenas uma imagem tão forte, que dispensa mesmo o uso de outras. Diz que eles estão lá novamente, dando as mãos em um círculo, dividindo o amor. E que esse amor está brilhando por todo o mundo. A música se chama "Deixe o amor reinar".
Esse vídeo também traz imagens lindas de união. De pessoas reunidas pelo mesmo propósito. Pelo sonho de um mundo melhor, pela vontade de fazer a diferença. A música é deliciosa e envolvente.
No site do cantor, dá pra ouvir as outras músicas. As versões dele para os mantras "Asatoma" e "Om Mani Padme Hum" ficaram um encanto! Se deixem contagiar por essas canções que só podem mesmo ter vindo do coração. Love, love, love!
Namastê!
"Ontem o menino que brincava me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo
Nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será"
"Uma das mais belas pontes entre a música e o auto conhecimento".
Em sua voz, carrega uma energia contagiante... Em sua Kalimba (instrumento de origem africana), uma pureza vibrante... em seu ser, uma luz intensa que emana suavemente por onde passa.
Para quem gosta de arte, música, dança, cores e sabores... Para quem aprecia a cultura indiana ou para quem gostaria de conhecê-la melhor, a semana que vem será muito especial!
Em são Paulo acontecerão dois eventos imperdíveis: - A Primeira Semana Cultural do Projeto Lakshmi, com o tema Amor em Movimento. Será uma semana de cursos, palestras, terapias, jantares, shows e aulas com preços especiais, em diferentes estabelecimentos. Para mais informações, clique aqui!
- Mostra Mudra, 42 incríveis artistas indianos (entre músicos e bailarinos) que vieram ao Brasil especialmente para nos presentear com suas artes. Será um evento de muita contemplação, beleza e sensibilidade. Além disso, quem tiver interesse poderá participar de workshops ministrados por esses artistas consagrados. Para mais informações, clique aqui! Vale lembrar que a Mostra está acontecendo no Rio de Janeiro (até o dia 22) e depois de São Paulo irá para Brasília e Belo Horizonte. Não percam!
Mantras são sons sagrados que proporcionam um estado meditativo e nos coloca em contato com a nossa essência. Os objetivos dos mantras são variados. Tem aqueles para revelar as verdades, para remover a ignorância, para a libertação, para a purificação interna...
O fato é que a primeira vez em que entrei em contato com os mantras, algo muito especial aconteceu. Me encantei com o poder que eles tem e pude me aprofundar um pouco mais nessa sensação depois que recebi um mantra do meu Guru. Desde que isso aconteceu, o pratico diariamente com muita dedicação, prestando atenção nas transformações que vão ocorrendo em relação ao autoconhecimento, a intuição, a sensibilidade...
Além do mantra recebido pelo meu mestre, pratico outros ao longo do dia e experimento as mais diversas sensações ao vocalizá-los: leveza, bem-estar, compaixão, amor e puro contentamento!
Essa prática é muito simples e pode ser realizada por qualquer pessoa, desde que com consciência. Só é preciso relaxar enquanto as sílabas são repetidas. E pra quem não sabe as pronúnciá-los, basta escolher um lugar tranquilo, sentar em uma posição confortável, fechar os olhos e ouvi-los, pois a pronúncia correta é muito importante para a sua eficácia. Mas o importante é se permitir um pouquinho e se deixar levar,.. Basta abrir o coração e confiar...
Vou deixar aqui, alguns dos mantras de que mais gosto:
"Que todos os seres sejam felizes e que meus pensamentos, palavras e atos contribuam para a felicidade de todos os seres."
"Deus desperte. Deus desperte em mim. Desperte em todos os lugares. Acabe com o jogo do sofrimento.Ilumine o jogo da alegria."
"O verdadeiro guru é Brahma. O verdadeiro guru é Vishnu. O verdadeiro guru é Shiva. De todos estes, o Real e Verdadeiro guru é o Supremo Brahman, que habita o seu coração. É a esse guru que deves adorar."